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  • annakarina0

Compra online de consórcios vira tendência para 2022

O segmento de consórcios foi um dos que mais ganhou destaque em 2021. Segundo dados da Abac (Associação Brasileira dos Administradores de Consórcio), em 2020, a modalidade passou a representar 3,9% do PIB brasileiro, com ativos que somam mais de R$ 280 bilhões. E, assim como todos os mercados, a digitalização passou a falar mais alto, fazendo com que a tecnologia de vendas online de consórcios seja uma das principais tendências para 2022.

Para Fernando Lamounier, diretor da Multimarcas Consórcios, uma das maiores administradoras consorciais do país, o movimento ganha força para atender a demandas do público. “Temos uma grande parcela de pessoas que prezam pela praticidade e que muitas vezes não estão dispostas a demandar tempo para ir até uma loja, e é por isso que a aquisição de um consórcio de forma 100% online tende a ganhar mais força nos próximos meses”, explica.

Em paralelo a essa procura por serviços digitais, ainda existe o público tradicional e que não pode ser deixado de lado pelas empresas, que devem apostar nas vendas online como um complemento ao presencial e assim não deixar de dar assistência. Mas, é dentro desse cenário que Lamounier acredita que deve acontecer uma educação dos consumidores, já que muitas pessoas preferem ir até uma loja por insegurança.

“Realizar a compra de um consórcio de forma online é seguro, claro que desde que o consumidor faça isso após uma pesquisa prévia para entender a idoneidade da empresa. Um movimento que deve acontecer é o de educação para que as pessoas se sintam mais confortáveis com esse tipo de aquisição, mas não acredito em uma transição 100% do mercado para o digital nos próximos meses”, afirma.

Aproveitando o momento do mercado, a Multimarcas está investindo na melhoria do atendimento, já se preparando para esse novo momento de mercado e na maneira mais efetiva de atender o público que deve ser atingido pela era digital dos consórcios. “A tecnologia deve ajudar o mercado a alcançar um público mais jovem e que é interessado por finanças, por isso consideramos fundamental a mudança de estratégia no atendimento e comunicação”, finaliza o executivo. Crédito da imagem: freepik

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