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  • annakarina0

Coopercarga avança no processo de transformação digital

O estudo Digital Transformation Investment 2020 aponta que 75% dos entrevistados planejam investir em tecnologias inovadoras para os seus negócios. O levantamento confirma também que muitas empresas estão usando a crise global para redirecionar recursos para a inovação tecnológica. Como a maioria das companhias está se adaptando à recuperação econômica e não descartando permanentemente as iniciativas de transformação digital, há motivos para acreditar que, aquelas com uma mentalidade progressiva em relação ao investimento em tecnologia, estarão melhores equipadas não apenas para a retomada, mas também para o crescimento sustentável do negócio.

É com essa mentalidade que a Coopercarga, operador logístico de transporte rodoviário, presente no mercado há mais de 30 anos e líder no segmento, percebeu que precisava de uma solução que otimizasse seus processos e trouxesse os motoristas de caminhão para a digitalização, criando uma sinergia entre todos os envolvidos. A empresa adotou, então, a tecnologia da CargOn, logtech que atua como operador logístico digital no gerenciamento do transporte de indústrias e transportadoras, para solucionar o problema. Com isso, passou a ter toda a documentação das cargas transportadas digitalizadas e também acompanha, online e em tempo real, todo o trajeto feito pelos caminhoneiros nas viagens.

“Com a transformação digital proporcionada pela CargOn, conseguimos diminuir o uso do papel em 80%, ter uma visão mais proativa dos nossos recursos e também passamos a dar uma resposta mais ágil ao nosso cliente. Outro bom exemplo é que com a digitalização dos comprovantes de entrega, diminuímos em até 75% o prazo médio de faturamento”, afirma Osni Roman, CEO da Coopercarga. “Hoje, vendemos muito mais que transporte, vendemos informação em tempo real”, completa o executivo.

De janeiro a maio de 2021, a Coopercarga transportou 8560 cargas, especialmente nos Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, num total de quase R$ 54 milhões em cargas e mais de R$ 37 milhões pagos em fretes. “Saber que temos uma tecnologia por trás de todo esse processo, além da agilidade e otimização dos recursos, dá tranquilidade. É um caminho sem volta”, diz Roman. Crédito da imagem: Divulgação

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