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  • annakarina0

E-commerce mundial pode movimentar US$ 2,7 trilhões em 2021


Segundo a consultoria Finaria.it, as vendas pela internet prometem crescer ainda mais no mundo e atingir o valor de US$ 2,7 trilhões em 2021. Até o fim de 2025 as receitas globais de comércio eletrônico devem chegar a US$ 3,4 trilhões. O número de usuários de e-commerce no mundo aumentou 9,5% em 2020 atingindo mais de 3,4 bilhões de pessoas em 2020. A tendência de crescimento deve continuar neste ano e crescer 10% em relação ao ano passado, alcançando 3,8 bilhões de consumidores.


SETORES

A categoria de moda é a mais representativa nas compras online, com expectativa de gerar US$ 759,5 bilhões de receita em 2021, um aumento de 15%. Nos próximos quatro anos, as vendas online de vestuário e acessórios devem atingir a marca de US$ 1 trilhão. Já a categoria de brinquedos e hobbies, com US$ 590,7 bilhões de receita prevista para este ano, o que representa 12% de crescimento, foi classificada como a segunda maior no e-commerce mundial.


" Com a pandemia da COVID-19, estamos digitalizando muitos processos que antes eram totalmente físicos para garantir ainda mais conforto ao consumidor. Muitos varejistas físicos adotaram o Whatsapp como canal de compra digitalizando uma compra que seria física. Grande parte do varejo também permite que se faça a compra por marketplace ou Whatsapp e a retirada seja por meio de drive-thru, o que também é confortável para o consumidor que quer retirar a compra de forma rápida", explica Felipe Dellacqua, sócio da VTEX, empresa que provê plataforma de e-commerce para um quarto das lojas virtuais do País.


"É inegável que a população dentro de casa e trabalhando de forma remota aumentou o acesso a internet e principalmente a sites de comércio eletrônico. Hoje a compra ocorre por dois motivos, uma por necessidade e outra por impulso. Percebemos um aumento gigantesco na categoria de moda, que certamente é por impulso, visto que muitas pessoas têm evitado sair de casa para usar suas roupas novas", comenta Felipe.


Crédito da imagem: Freepik

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