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  • annakarina0

E-commerce puxa mercado e impulsiona logtechs



O boom do e-commerce, o abre e fecha do varejo, a mudança do consumidor para o universo digital, o imediatismo em receber produtos o quanto antes são alguns dos fatores que fizeram com que as logtechs acelerassem ainda mais no Brasil. Segundo o estudo Distrito Logtech Report 2020, há mais de 280 empresas desse tipo no cenário brasileiro e mais da metade delas contabilizam menos de cinco anos de existência.


"A alta demanda dos e-commerces modificou o fluxo de cargas e processos de entregas. Isso fez com que a gente ajustasse nossos processos para garantir um atendimento excelente, reduzir e melhorar o tempo e eficiência de entregas e aperfeiçoar ainda mais nosso produto", avalia Caio Reina, CEO e fundador da RoutEasy, logtech que atua no planejamento, controle operacional e gerencial de rotas complexas de entregas, coletas e serviços.


Entre janeiro e abril deste ano, a startup registrou um aumento de 54% em pontos roteirizados. Companhias como a Infracommerce, empresa de soluções digitais para e-commerce e líder no conceito de Customer Experience as a Service (CXaaS) no Brasil, ajudaram a alavancar este número devido ao aumento de demandas em seu setor de atuação.


"A logística é um pilar bastante importante dentro do conceito do CXaaS, porque quando ela não é bem executada pode comprometer todo um trabalho bem feito nos canais de venda. Nosso objetivo é conseguir uma entrega rápida para que os consumidores sejam surpreendidos de forma positiva e ter um parceiro como a RoutEasy, que irá nos ajudar nessa comunicação com os clientes, é primordial para que isso aconteça de forma efetiva e ágil", explica Glória Porteiro, head de transportes da Infracommerce.


A expectativa de crescimento do e-commerce brasileiro para 2021 é de 26%, alcançando um faturamento de R$110 bilhões, segundo a E-bit | Nielsen. E, segundo dados da Neotrust, o setor já apresentou alta nas vendas nos primeiros três meses do ano. Foram realizadas 78,5 milhões de compras online, um aumento de 57% em comparação ao mesmo período do ano passado.


"Um dos principais gargalos do setor ainda é a questão da experiência do cliente e a rapidez da entrega, isso também impulsiona o trabalho das logtechs e do próprio mercado de eletrônicos que já vem aquecido. É um movimento que pode se elevar ainda mais neste ano", finaliza Reina. Crédito da imagem: Freepik



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