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  • annakarina0

Entenda como funciona a criação e o transporte de embrião vivo para a produção de vacinas


É inegável a efetividade das vacinas para o combate a epidemias e doenças sazonais, como a gripe. Neste caso, a formulação precisa ser refeita anualmente, já que os subtipos do vírus se modificam. Para isso, os vírus são colocados em ovos e, posteriormente, o material passa por um processo de purificação para formar o imunizante a ser aplicado na população. Porém, o transporte dos ovos da produtora avícola até o laboratório requer cuidados específicos que, se não observados, podem ocasionar a perda do material.


A vacina trivalente, que combate três cepas da gripe do vírus A - H1N1 e H3N2 - e uma do vírus tipo B, precisa de um ovo embrionado de apenas 11 dias. A contagem começa a partir do momento em que ele entra na máquina de encubação para aplicação do vírus e o tempo de transporte também é contabilizado. O embrião precisa ser mantido vivo, com boa oxigenação e sem estresse.


Lauro Toledo, executivo de Contas da Thermo King, explica sobre os cuidados específicos que este produto requer. "Três equipamentos SB da Thermo King foram encomendados por um de nossos clientes; para atendê-los, fizemos uma modificação nos parâmetros para 38°C e na válvula automática, o que evita oscilações e vibrações que poderiam causar estresse. Depois da aplicação, fizemos a validação, pois tudo tinha que estar de acordo com os parâmetros da empresa. Também tivemos que levar em conta a durabilidade e a eficiência da máquina durante todo o tempo", detalhou Lauro.


Feito o transporte com a segurança necessária, os laboratórios começam a manufatura do produto pautados pelas regras estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As amostras dos vírus são injetadas em ovos de galinha que possuem um embrião vivo em desenvolvimento. Os ovos são incubados para o Influenza se multiplicar. Então, o líquido que envolve o embrião dentro do ovo vira a matéria-prima para a vacina. Após extrai-lo, os cientistas realizam a fragmentação do vírus da gripe e o inativam. Dessa forma, é impossível que ele provoque a doença.


A vacina contra a Covid-19 desenvolvida no Brasil, a Butanvac, também utiliza o método de inativação do vírus em embrião vivo no ovo. O imunizante nacional utiliza o vírus inativado da doença de Newcastle como vetor para transportar para o corpo do paciente a proteína S, componente do Sars-CoV-2. A proteína é responsável pela ligação entre o vírus e as células humanas, e ao ser colocada sozinha no corpo promove a resposta imune.


Na pandemia - O transporte de vacinas foi assunto recorrente quando o Brasil chegou na etapa da distribuição nacional dos imunizantes. Em alguns casos, era preciso que a temperatura durante o transporte fosse de - 70°C. Com as soluções da Thermo King isso tem sido possível. "Nossa maior contribuição em um momento tão desafiador como este, é poder preservar a qualidade das vacinas ao longo de todo o processo de distribuição com nossas soluções de controle restrito de temperatura, os serviços 24 x 7 de nossa rede de assistência e a conectividade de frota oferecida em todo território nacional.", explica Dario Ferreira. Com isso, vacinas e fármacos têm sido transportados de maneira segura, preservando os ativos essenciais para sua eficácia.


Com atuação no Brasil desde 1974, a Thermo King® é pioneira no desenvolvimento de soluções no controle de temperatura para transportes, incluindo unidades de refrigeração para logística de perecíveis e equipamentos de ar-condicionado para ônibus. Conta com uma ampla rede autorizada com abrangência em todo o território nacional, para assegurar o melhor atendimento aos clientes desde a concretização dos negócios até sua continuidade no pós-venda. Sediada em Barueri, região metropolitana de São Paulo, a empresa faz parte do grupo Trane Technologies. Para mais informações, visite www.thermoking.com.br. Crédito da imagem: Divulgação

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